AS CRIANÇAS DO LIMIAR DO 3º MILÊNIO

AS CRIANÇAS DO LIMIAR DO 3º MILÊNIO

Muitos tem sido os questionamentos a respeito da Nova Era, mas nenhum causa mais preocupações e ansiedade do que o que está acontecendo com as nossas crianças. O que fazer com elas? O que elas querem? Em que acreditam? Quais os valores que estamos lhes passando? Quais serão as regras do futuro? Afinal, quem são essas novas crianças que nos causam tanto desassossego?

Há já algum tempo que estamos trabalhando na educação para o Terceiro Milênio, com um grupo formado sob a orientação de SHON THOR, ser de Orion Central, procurando respostas entre nós e com Eles, que certamente já passaram talvez, há milhões de anos, algo parecido.

Será que, com sua experiência de Irmãos Maiores, poderiam nos auxiliar dando uma luz para questões tão indefinidas? Shon Thor, sempre penalizado, preocupa-se enormemente com as nossas crianças. Pensa que estão muito infelizes neste momento planetário, captando talvez toda a nossa confusão, nesta hora em que valores e credos, instituições e dogmas encontram-se em conflito. Acreditamos que existem sim, maneiras de ajudá-las e também nos ajudar, pois não poderemos estar harmônicos ou felizes se nossa infância jaz nas ruas ou nos cemitérios, por culpa das drogas ou da depressão, vítimas da própria angústia momentânea do planeta. Antigamente, as escolhas eram bastante simples para a pré-adolescência e adolescência: Quando vou usar calças compridas? Quando vou poder fumar? Quando vou poder sair sozinha com minhas amigas? Com que idade vou poder namorar? Quando minha mãe vai parar de querer ir as festas comigo? Atualmente, as crianças tem que se preocupar em não serem assassinadas. Crianças de seis anos assistem seus coleguinhas serem baleados por balas perdidas, às vezes, em plena escola. A segurança e confiança sempre foram marcos tradicionais da infância. Elas isolam as crianças das realidades ásperas que enfrentarão quando adultas, afim de que possam assumir seu crescimento de forma confiante. Quando as crianças despertam em um ambiente cujo apoio não podem contar e vão dormir para esquecer o medo de um mundo que os amedronta, não é de se espantar que uma em cada sete crianças já tenha considerado a idéia de suicídio. Em uma pesquisa realizada em Princeton, nos USA., entre 758 crianças de 10 a 17 anos, de todos os níveis sociais, a maioria receava que um dos seus pais perdesse o emprego, a grande maioria preocupava-se com o não serem capazes de arrumar emprego, 2/3 não acreditavam que seriam mais bem sucedidos que os pais financeiramente e uma em cada seis delas, já viu ou conhece alguém que levou um tiro! Um dos grandes problemas atualmente é a tecnologia. Quando a maioria dos leitores estava em fase de crescimento, haviam dificuldades da vida adulta a que não ficavam expostos até alcançarem idade suficiente para lidar com elas. Porém, a quantidade de informações desordenadas e não censuradas a que nossa infância e juventude estão expostas, principalmente através da TV, da Internet e do cinema, faz com que saibam demais e cedo demais. Quando uma criança média conclui o primário, já assistiu a oito mil assassinatos televisionados e 100 mil atos de violência. Sabem muito sobre sexo e que praticá-lo sem cuidado pode dar AIDS. Tem consciência que muitas crianças de sua idade sofrem abusos e maus-tratos físicos e que outras crianças moram nas ruas, porque seus pais não conseguem arrumar emprego. As taxas de gravidez na adolescência, o abuso de drogas e do álcool e a delinqüência entre os jovens está aumentando a cada ano. Da mesma maneira que seus pais, eles se sentem impotentes e cheios de cólera com a atual situação e muitos, não são tão bons em reprimir a raiva. Antigamente, homem matava homem, homem matava mulher, mulher matava homem, homem matava criança. Hoje em dia, criança mata criança! Existe um princípio metafísico que diz que somos o que percebemos. Se nossas crianças e jovens cresceram diante de um cotidiano de violência, não deveremos nos surpreender quando eles começam a cometer atos de violência.

A SITUAÇÀO ATUAL DA FAMÍLIA NESTE PLANETA

As nossas famílias estão bastante conturbadas: falta de objetivos claros de vida dos pais, verdadeiras ilhas de solidão; ausência de afetividade verdadeira entre os membros; ausência de respeito entre os cônjuges; falta de solidariedade entre os membros; preocupação excessiva com problemas financeiros; ausência de tolerância; agressividade oral e física; descontrole generalizado; ausência de diálogo entre os pais, pais e filhos, filhos e filhos. Logicamente, existem exceções, mas estão sendo cada vez em menor número. O pai sai de casa cedo e volta a noite cansado, não querendo nem conversar; a mãe ou sai cedo para trabalhar também ou fica em casa, com um panorama rotineiro e tedioso para cumprir durante o dia. Os filhos ou ficam com a mãe ou com a empregada ou com a avó, ou às vezes, até sozinhos. Conclusão: as crianças acabam ficando sozinhas a maior parte do tempo, pois tanto a mãe quanto a empregada ou a avó, tem tarefas a cumprir. Os problemas básicos das famílias residem em situações aparentes: o nível de infelicidade pessoal de cada membro da família pois existe um descontentamento constante de cada um, quando sua realidade está muito abaixo de suas expectativas pessoais; o sentimento de apatia, a crença de que nada pode ser mudado e de que com meus pais foi assim e assim será também para mim. Essas são alternativas auto-limitadoras que cada um criou para si e portanto, cresce a depressão generalizada.

Os gritos, a humilhação, a aspereza, a rudeza, a grossura domésticas estão em toda parte, o tempo todo. O desrespeito com a velhice e as cada vez menores chances de lazer individual e familiar. Lazer é prazer e prazer é vida! Refeições familiares quase inexistentes, por problemas vivenciais e de horários. A falta de sintonia vibratória, uma vez que usualmente, as famílias de sangue não são as famílias espirituais, existindo entre seus membros ajustes cármicos, que complicam a relação. O medo em todos os níveis entre os pais e portanto, entre os filhos, gerando mais e mais ansiedade. A preocupação do que se tem como direito do que do que se tem como dever: ninguém hesita em arrancar energia do objeto de sua relação, a fim de preencher sua carência. O que era “dar e receber” transformou-se em “tomar, tomar e tomar”. Essa é uma relação egoísta, onde o “nós” cedeu lugar a uma preocupação demasiada com o “eu”. Levantamos, perante esse panorama acima, alguns pontos essenciais que podem levar a uma melhora no relacionamento das famílias:

1. Comprometimento, é de suma importância para relacionamentos bem sucedidos. Significa limitar os meus desejos em pról das necessidades de minha família;

2. Valorização,é preciso dar méritos para as qualidades, virtudes e conquistas dos outros membros. Tentar perceber as melhores qualidades e não repisar as faltas e falhas entre todos;

3. Comunicação, devemos poder nos comunicar a qualquer momento, sobre todos os assuntos, sem medo e de forma saudável. Escutar também é muito importante. Comunicar-se é isso: não só falar mas também, escutar. Devemos tentar entender amorosamente, uns aos outros;

4. Passar um tempo juntos, as crianças respondem que “fazer as coisas juntos” é a coisa mais importante na vida familiar;

5. Vontade para lutar, as famílias saudáveis se unem frente aos problemas. Seus membros se unem para enfrentar desafios e crises;

6. Valores espirituais mais elevados, pois seus membros demonstram as qualidades de integridade, honestidade, lealdade, consciência (escrúpulos), virtudes, ética, valores, auto-estima e importância.

Muitas vezes nos perguntam quem são as crianças da Nova Era. São seres que vem para o planeta sem carmas, com seu DNA já modificado, com novos padrões de ética e moralidade. Muitas dessas crianças vem vindo diretamente de Sirius (cerca de 3800) e da Galáxia de Andromeda (cerca de 3000). Virão já com treze chacras em vez de sete como atualmente. São verdadeiras antenas parabólicas dos pais, captando tudo como verdadeiras “esponjinhas”. Também o lado da sensibilidade irá aparecer prematuramente, uma vez que são sensitivos atuantes. Algo muito importante deverá ser ainda revelado sobre essas crianças tão especiais: elas alimentam-se do inconsciente coletivo familiar, as formas pensamento dos adultos da casa são completamente captadas por elas, inclusive da própria empregada. Como são verdadeiros telepatas, é importante vigiarmos nossos pensamentos, emoções e palavras porque irão influenciá-las. Suas funções na Nova Família são bastante claras: serão os verdadeiros “canais” do futuro, pois estão virgens de preconceitos, medos e crendices. Por isso, transmitirão exatamente aquilo que receberem. Além disso, estarão monitorando os pais com relação a condutas, moralidade, agressividade, depressão etc. Para saber como está a família é só prestar atenção nas crianças. Podem ser consideradas os “espanadores energéticos” e se constituem em verdadeiros modelos de alegria a serem imitadas por nós adultos, que já não sabemos nem mais sorrir com pureza.

Como lidar com elas? Existem as Sete Leis Universais para as Crianças, ditadas pelos Seres Multidimensionais:

- Transparência, que é a sinceridade no que falamos e fazemos;

- Respeito, que é a não humilhação da criança

- Proteção, toda criança tem o direito de ser protegida, até de seus próprios pais;

- Compreensão, entendermos que as crianças são seres em formação e portanto merecem nossa paciência, pois estão em aprendizado;

- Atenção, elas merecem o nosso cuidado. Pare para ouvir sua criança quando ela se dirigir a você. Lembre-se de que para ela, os pais são deuses;

- Carinho, nem é preciso explicar e - AMOR !

Shon Thor

 
 
http://www.templodeyris.com.br/inteligiencias_multidimensionais/shon_thor/shon_thor_28.htm